segunda-feira, 18 de abril de 2011
Inspira Open Development
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Dojo na Inspira
No nosso Dojo anterior utilizamos C# por ser a linguagem que usamos com mais frequência. Desta vez a linguagem escolhida foi Javascript, por ser uma linguagem que desperta o interesse de todos e que é utilizada tanto pelo time de programação quanto pelos recém-chegados da área de interface.
Utilizamos o Jasmine como ferramenta de suporte a TDD. Na verdade ele também funciona como ferramenta de BDD, permitindo organizar os testes em cenários e critérios de aceitação.
Como da vez anterior, utilizamos o Randori. Seguiremos utilizando este formato ad nauseum até ficarmos totalmente familiarizados com ele. O Kata escolhido foi o Game of Life.
A primeira dificuldade que tivemos foi a preparação do Dojo. Preparar a instalação do computador, ligá-lo na tv, e, principalmente, baixar o Jasmine e entender seu funcionamento. Com isso começamos com uns 15 minutos de atraso.
Fiz uma rápida introdução sobre o conceito de Dojo e já partimos para a implementação. Nos primeiros Unit Tests nossa falta de entrosamento com o Javascript e o framework Jasmine atrapalharam um pouco, mas depois conseguimos implementar uma certa quantidade de casos de teste.
Após pouco mais de 1h encerramos o exercício. O código-fonte está disponível aqui. No final fizemos uma retrospectiva:
Pontos positivos:
- "Foi bom entender a lógica e descobrir uma forma de iniciar e testar códigos em Javascript"
- "Gostei da dinâmica do Dojo"
- "Gostei da metodologia TDD. Acho que facilita bastante o entendimento e o desenvolvimento"
- "Gostei do framework de testes Jasmine"
Pontos a melhorar:
- "O grau de dificuldade do Kata foi elevado, considerando a falta de familiaridade com a linguagem"
- "Nem todos codaram (porque se sentiram intimidados com o nível de desafio do Kata"
- "Às vezes pulamos algumas etapas, não obedecemos TDD e baby steps à risca
Fazendo uma análise final, o que mais chamou a atenção foi o grau de dificuldade elevado do desafio e também todos gostaram muito do framework Jasmine.
Nosso próximo Dojo já está marcado! Vai ser no dia 15 de dezembro, das 17 às 19h!
domingo, 7 de novembro de 2010
Inspira no Encontro Ágil
Vou comentar as minhas impressões sobre o último evento que presenciamos, o Encontro Ágil. A proposta para este ano foi fazer um evento sem palestras, com mais espaço para Open Spaces e Lightning Talks.
Para mim o grande diferencial do encontro é que pessoas que normalmente não teriam espaço para falar puderam expor suas opiniões com grandes nomes da comunidade brasileira de desenvolvimento de software.
De manhã participei de um bate-papo proposto pelo Rafael Rosa sobre experiências de Project Owners. O bacana foi ouvir relatos de pessoas vindas dos mais diversos backgrounds, desde donos de startups até gerentes de grandes projetos, então foi uma discussão riquíssima. Como estou me tornando um PO em um dos projetos da Inspira, peguei muita coisa bacana que já posso aplicar imediatamente.
Um dos pontos altos foi ver um painel sobre equipes auto-organizadas com o Fabio Akita, o Eduardo Maçan e o Klaus Wuestefeld, que contou com "pitacos" de diversas pessoas da plateia e momentos polêmicos, o que na minha opinião engrandeceu a discussão. Outro momento memorável foi o bate-papo informal com o Rafael Rosa, e o Giovanni Bassi no qual discutimos auto-organização, anarquia e moderação de listas de tricô :)
No final participei de um jogo "Agile Distributed Game" com o Hugo Corbucci e o Fabrício Nascimento. Eles viram a ideia no XP 2010 e trouxeram pro evento. Foi muito legal perceber como a comunicação faz toda a diferença em projetos e maneiras realmente práticas de minimizar o impacto de trabalhar com equipes geograficamente distribuídas.
Após o evento ainda rolou um Happy Hour bem descontraído em que bebemos cerveja, conversamos sobre desenvolvimento de software, agilidade e assuntos aleatórios :)
Aproveito para parabenizar os organizadores do evento e dizer que estou ansioso para o próximo.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Inspira em Porto Alegre para o Agile Brazil - dia 2
Pontos positivos
- Keynotes épicos (Phillippe Kructhen & Klaus Wuestefeld)
- Alto nível de integração entre palestrantes e presentes no evento
- Pessoal integrado para assistir ao jogo do Brasil (foi disponibilizado um telão no evento)
Pontos negativos
- Faltou cafeína (mesmo problema de coffee-break do dia 1)
- Tivemos menos palestras devido ao jogo
- O jogo do Brasil foi muito feio e foi uma total perda de tempo
O segundo dia
O pontapé inicial foi dado pelo Prof. Philippe Krutchen, com um Keynote muito bem bolado, sobre o papel do contexto do projeto e a útilização de metodologias ágeis. Ele falou do "sweet spot", que é o contexto genérico de projetos onde o Agile mostra seu maior potencial. Para projetos fora do sweet spot, como projetos de sistemas com pouca interação com usuários, difíceis de testar, com requisitos de segurança (safety) muito rígidos, ou com requisitos estáveis, o Agile continua sendo uma opção, mas sua utilização deve ser considerada com critério.
Em seguida tivemos o jogo da copa e almoço.
Após o almoço, palestra do Rodrigo Branas sobre workflow de desenvolvimento baseado em Kanban. Ele foi muito objetivo e claro, sempre ligando conceitos do Kanban com situações práticas, como múltiplos projetos simultâneos e dependências entre tarefas.
Exatamente o que eu estava procurando. Surgiu muita ideia legal para colocar em prática!
Thiago Ghisi e Rodrigo Vaccari (.NET architects), Rodrigo Branas (Oncast) e eu
Em seguida palestra com o Luiz Claudio Parzianello e o Rafael Prikladnicki sobre Café Kaizen. Eles estão trazendo uma maneira inovadora de detectar problemas e buscar correções em projetos. Após a apresentação do conceito, que envolve uma boa dose de Programação Neuro-Linguística (PNL), os palestrantes convidaram a plateia a criar uma situação fictícia de projeto, porém verossímil, e juntos utilizamos o Café Kaizen para detectar problemas, causas, objetivos e efeitos esperados e inesperados. Na minha opinião ainda vamos ouvir falar muito do conceito de Café Kaizen por aí. É uma ferramenta simples e que funciona.
Finalmente, tivemos o último keynote com o Klaus Wuestefeld, reavaliando o XP como o conhecemos e propondo novos valores e práticas. Foi um dos pontos altos do evento, na minha opinião. O Klaus consegue ser extremamente engraçado e didático. O conhecimento parece fluir livremente da mente dele para as outras mentes presentes no local. A moral da história ao meu ver é que após um certo nível de maturidade, é possível repensar a forma como desenvolvemos software para um patamar ainda mais extremo.
Bom, é isso. O evento foi extremamente proveitoso, tanto no sentido de troca de conhecimento como no quesito networking. O evento foi preparado por agilistas para agilistas, e considero que foi um grande sucesso. A intenção da Inspira é participar cada vez mais ativamente da comunidade Agile brasileira e colaborar no que for necessário para o seu desenvolvimento.
EDIT: esqueci de comentar duas coisas:
1) Impressionante como o twitter funcionou como uma ferramenta de troca ágil de informações e integração dos participantes do evento.
2) Tivemos alguns "Open Spaces" onde aconteceram discussões paralelas, porém muito interessantes. Muitas ideias interessantíssimas surgiram por lá. Espero ver Open Spaces em outros eventos também
Inspira em Porto Alegre para o Agile Brazil - dia 1
Estou em Porto Alegre para o Agile Brazil e vou contar um pouco do que vi neste primeiro dia de evento.

Agile Brazil 2010
Postos positivos
- Evento muito bem organizado, com conteúdo altamente relevante e baixo custo
- Foi sensacional conhecer tantas mentes brilhantes e apaixonadas por desenvolvimento de software, gente que eu já conhecia, de certa forma, por acompanhar blogs, podcasts, revistas e outras fontes de informação.
- Palestrantes muito bem preparados e com temas atualíssimos, saindo do forno
Postos negativos
- Coffee-break mal-dimensionado
- Havia 5 opções simultâneas de palestras por horário (6 contando o WBMA). Você acaba sendo forçado a perder palestras de altíssimo nível por impossibilidade de estar em vários lugares ao mesmo tempo.
(Entendo que esta foi a solução que os organizadores encontraram para dar voz ao máximo possível de opiniões num evento com duração limitada. Mas de qualquer forma dá uma certa dor no coração).

Agora sei como ela se sente...
O primeiro dia
O credenciamento foi muito tranquilo, não peguei fila nenhuma e ganhei um kit com uma sacola de algodão bacana, uma caneca estilosa e mais alguns itens maneiros.
Logo no início do evento tivemos uma breve cerimônia e em seguida o keynote do Martin Fowler. Ele enfatizou conceitos básicos do desenvolvimento ágil, como débito técnico, a importância das pessoas em detrimento de processos, a capacidade de responder a mudanças e controlar o custo de manutenção do seu código no longo prazo. O Martin é um palestrante bastante conciso e organizado na sua linha de pensamento.
Em seguida já corri para ver a apresentação do Alisson Vale sobre Kanban. Ficou claro para quem assistiu que o Alisson é profundo conhecedor do assunto, discorrendo sobre conceitos teóricos, empíricos e comparações com modelos de processos de outras indústrias, como a automotiva. Mas como meu foco para o evento é buscar mais experiências práticas, troquei de sala e assisti um bom pedaço do tutorial do Paulo Caroli sobre "Agile Card Wall", que foi muito bacana por sinal, bem voltado à prática. O Paulo trouxe exemplos de como os quadros ágeis trouxeram resultados em diversas situações, como conflitos gerenciais, priorização de backlogs e correção de "bugs" (ou issues).
Depois disso uma pausa para o almoço. Foi uma ótima oportunidade de socialização (e também aproveitamos para conhecer o campus da PUC-RS).
Depois do almoço, nada melhor do que uma palestra sobre Coaching de Guerrilha com o Frank Trindade, da ThoughtWorks. Ele trouxe situações de sucessos e fracassos que ele teve durante processos de adoção de metodologias ágeis em empresas, e trouxe muitas dicas interessantes sobre como influenciar para a mudança ágil. Excelente palestra.
Imediatamente fui correndo trocar de sala para o Workshop do Rodrigo Yoshima e Phillip Calçado sobre modelagem em projetos ágeis. Por sorte consegui entrar no Workshop, pois a quantidade de vagas era limitada e a procura foi muito grande. Conversamos sobre o conceito de modelagem e sobre como fazer modelagem de um jeito ágil. Em seguida tivemos a oportunidade de praticar estes conceitos, modelando o protótipo de um sistema para troca de figurinhas para a copa. No final, o Phillip trouxe um pouco da sua experiência com modelagem ágil na ThoughtWorks. Foi um workshop bem descontraído, mas nem por isso deixou de ser didático.
Por fim, assisti a uma palestra sobre erros comuns em TDD, com o Maurício Aniche (que também foi bem voltada para a prática), e o XP in the Real World com o Greg Warren e o Carlos Lopes da ThoughtWorks. Infelizmente eu já estava muito cansado e não consegui absorver muito desta última palestra.
Conclusão
O saldo deste primeiro dia de Agile Brazil foi altamente positivo. Volto a parabenizar o comitê organizador pelo excelente trabalho. Amanhã eu volto para contar como foi o segundo e último dia do evento.
EDIT: Uma coisa muito bacana que eu me esqueci de mencionar. Conversei bastante com o Martin Fowler e o pessoal da ThoughtWorks (Phillip, Paulo, Gary, Amit, etc.). Eles foram super solícitos e cordiais, exatamente o contrário da ideia original que eu tinha deles (por puro preconceito). Obrigado, ThoughtWorkers!
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Novo escritório - Fotos
Finalmente nos mudamos para o novo escritório. Ainda estamos nos acostumando com ele, mas já é possível afirmar algumas coisas:
- O novo arranjo do escritório - uma sala só, sem paredes - mudou totalmente o ambiente e a dinâmica do trabalho. Agora as informações fluem muito melhor. E também a equipe está mais enturmada.
- Espaço é importante! O escritório antigo era um amontoado de gente, e isso degradava muito o ambiente. O aluguel por pessoa aumentou de R$ 120 por mês para cerca de R$ 300. Mas o investimento é baixo se comparado com o retorno em termos de troca de conhecimento e ambiente de trabalho.
- Um espaço maior faz com que a equipe se sinta valorizada e aumenta a motivação
Momento de descontração
Além da mudança física, nós também queríamos implementar ideias antigas que nunca sairam do papel, algumas porque o escritório antigo não permitia, outras a gente podia ter feito antes mas a mudança acabou sendo uma oportunidade de colocá-las em prática. Algumas plantas, o logo da empresa na parede e um Scrum Board foram algumas dessas mudanças.
Uma coisa bacana que está acontecendo é que a equipe se sente parte integrante da empresa. Todos ajudaram na mudança e se sentiram à vontade para colocar seu toque pessoal no novo escritório
A ideia das canecas foi da própria equipe
Desta vez, com menos restrições de espaço, paredes, etc. pudemos fazer as coisas do jeito que sempre quisemos. Desde as instalações elétricas e de rede, passando pela disposição das mesas, banheiros, copa, etc.
A foto reflete o clima descontraído e amistoso. Repare no Wii ao canto direito, entre a impressora e a TV :)
Pode não parecer, mas nós também trabalhamos. E muito! Nós nunca ficamos satisfeitos e queremos sempre descobrir jeitos novos de fazer softwares melhores com custos e prazos mais baixos. E acreditamos que um bom ambiente de trabalho é fundamental para alcançarmos estes objetivos.
Nós fazemos malabarismos para entregar seu projeto no prazo
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Estamos de mudança
Nossa prioridade foi encontrar um lugar de fácil acesso para nossos funcionários, e que pudesse prover um ambiente produtivo e ao mesmo tempo divertido. Isso permitirá que continuemos prestando um bom serviço a nossos clientes.
Anote nosso novo endereço:
Rua Jardim Ivone, 17, cj 103 e 104 (ao lado do Etapa do metrô Ana Rosa).
Vamos sentir saudade do escritório da Av. Paulista. Apesar de pequeno ele é muito aconchegante, e ele fez parte de alguns momentos decisivos da Inspira. Tivemos muitas alegrias e superamos muitas dificuldades por lá. Mas agora é o momento de alçar novos vôos.



